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Manter a segurança dos processos na doação de sangue é essencial, não só para atrair novos doadores, mas também para cumprir com os requisitos básicos relativos à saúde de quem doa e de quem recebe sangue.

Por exemplo, nessa pandemia do novo coronavírus, houve uma queda de doações por causa do risco de contaminação, especialmente na hora de ficar na fila esperando o momento de doar. Por isso, é necessário pensar em processos adequados para garantir a segurança de quem for doar, para anular o risco de contaminação e garantir que quem receberá o sangue doado estará em boas condições também.

Para isso, é essencial ter em mente como trabalhar com a segurança dos processos na doação de sangue. Quer saber como fazer isso? Então siga a leitura do artigo abaixo!

Como cuidar da segurança dos processos na doação de sangue em 4 passos

1. Entenda quais os riscos envolvidos para todas as pessoas

O primeiro passo para montar uma estrutura de segurança em qualquer área é entender quais são os riscos envolvidos e estabelecer ações para neutralizá-los. Assim, é possível se preparar para tudo que for capaz de ser predito, ainda que existam riscos imprevisíveis (contra esses, não há o que fazer).

Para dar um exemplo concreto, suponha que seu banco de sangue estabelece uma campanha de doação durante a pandemia do novo coronavírus. Um risco óbvio é, claro, a possibilidade de contaminação entre doadores e profissionais que fazem a coleta, além dos riscos nas filas.

Por isso, é essencial estabelecer protocolos e ações que neutralizem esses riscos, como fazer horários marcados para a coleta,entre outras atitudes.

Além dessas questões mais esporádicas (a pandemia é algo muito pontual, sem previsão de repetição no futuro próximo), existem outros cenários constantes. Por exemplo, a segurança das informações e dados sobre o sangue doado e seus doadores. 

Há o risco dessas informações serem perdidas ou corrompidas, o que poderia gerar prejuízos consideráveis. Por isso, é importante tentar prever tudo o que pode acontecer e estabelecer ações que previnam ou corrijam esses cenários.

2. Monitore todos os hemocomponentes do seu estoque

Um dos riscos de segurança que envolvem a doação de sangue é ter algum hemocomponente armazenado fora da validade. Isso pode acontecer quando o banco de sangue não faz um controle preciso e por hemocomponente da validade de cada litro de sangue doado e estocado.

Os riscos em uma transfusão dessas são enormes e, de acordo com as determinações científicas, apenas o crioprecipitado (CRIO) e o plasma fresco congelado (PFC) podem durar um longo período antes de serem utilizados (um ano). Outros hemocomponentes, como o concentrado de hemácias e o concentrado de plaquetas, duram apenas dias (o primeiro de 35 a 42 dias, enquanto o segundo dura cinco dias). É por isso que o sangue doado é fracionado, e cada hemocomponente é enviado para um lugar diferente, onde será usado em determinados momentos.

Portanto, é essencial ter um constante monitoramento de cada hemocomponente em estoque e já iniciar esse controle no momento de coleta da doação. Isso garante que quem receber o sangue não correrá risco algum.

3. Tenha sistemas digitais seguros para proteger os dados das pessoas

Segundo a legislação brasileira que versa sobre a doação de sangue, os doadores têm direito a proteção e privacidade em relação aos seus dados. Isso significa não só suas informações de identificação, como também o resultado dos exames feitos no sangue doado que será fracionado e depois enviado para hospitais, clínicas e outros locais.

Por causa desses direitos, os bancos de sangue têm a obrigação de manter sistemas digitais seguros, capazes de proteger os dados das pessoas e evitar invasões ou perda de informações.

Por isso, é essencial ter softwares e programas que sejam robustos o suficiente para proteger esses dados e fazer valer a lei.

4. Tenha um software de gestão integrado

Considerando tudo isso, é importante que o banco de sangue tenha um software de gestão integrado. Somente ele será capaz de lidar com todas as medidas de segurança necessárias em um projeto de doação de sangue.

Um bom programa será capaz de guardar dados dos doadores, catalogar os hemocomponentes, traçar todas as informações necessárias e ser seguro o suficiente para guardar tudo adequadamente.

E aí, aprendeu como cuidar da segurança dos processos na doação de sangue? Existem muitos elementos que devem ser considerados na hora de montar um procedimento para receber a doação em seu banco de sangue. Lembre-se de mapear o procedimento para entender os riscos na doação, no armazenamento e na hora de usar o recurso para uma transfusão ou envio para alguma clínica e/ou hospital.

Quem pode ajudar nessa área é o RealBlood, nosso software de gestão focado em bancos de sangue. Ele tem recursos essenciais para garantir a segurança de quem faz a doação e de quem recebe também. Veja mais sobre ele agora mesmo!

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