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Uma das principais preocupações de um banco de sangue é garantir a privacidade dos doadores de sangue. Afinal de contas, toda pessoa tem o direito de ter seus dados preservados ao doar sangue, uma vez que esse é um processo muito específico e sensível. Dessa maneira, é responsabilidade do banco de sangue garantir o cuidado com os dados do doador, ao mesmo tempo que os mantém acessíveis caso seja necessário.

Esse processo não é fácil, pois a privacidade dos doadores depende de alguns elementos básicos e, ao mesmo tempo, não é suprema. Ou seja: ela pode ser quebrada por ordem judicial e, nesses casos, o banco de sangue terá que fornecer as informações em juízo. Assim, o banco precisa manter os dados, mas protegê-los de acordo com o que pede a legislação.

Quer aprender como garantir a privacidade dos doadores de sangue? Então, siga a leitura do artigo abaixo!

O que fazer para garantir a privacidade dos doadores de sangue?

1. Ter um sistema seguro para preservar os dados dos doadores

De acordo com a legislação brasileira, todo doador de sangue e de qualquer tipo de órgão ou componente médico tem o direito de permanecer com sua identidade em sigilo. É claro que os médicos responsáveis, bem como o banco de sangue e outras posições de autoridade, devem ter acesso a essa informação em casos extremos, mas, no geral, esse não é um dado que deve se tornar público.

Por isso, é importante que os bancos de sangue, hemocentros e outros tipos de instituições que trabalham com a doação do recurso tenham sistemas seguros o suficiente para preservar as informações de identificação dos doadores.

É claro que, como mencionado, esses dados devem existir em casos específicos. Por exemplo, todo sangue doado passa por um processo de fracionamento, em que ele é dividido em 4 principais hemocomponentes. Além disso, o sangue é analisado para identificar se ele é saudável ou se há alguma questão que invalide o seu uso. O doador tem o direito de receber o relatório do exame, para saber se está tudo certo com o seu sangue e se ele será usado ou não. Para fazer isso, é necessário ter os seus dados de identificação.

Portanto, manter os dados é importante, mas é obrigatório conservá-los em segurança e sob sigilo. Por isso, é vital que os bancos de dados tenham sistemas de segurança fortes, que protejam essas informações, rebatam invasões e garantam que os dados sejam mantidos sempre em segredo.

2. Treinar sua equipe para preservar a privacidade das pessoas

Mesmo o sistema mais seguro do mundo tem um ponto fraco: o fato de ser gerenciado por humanos. É por isso que não existe sistema à prova de invasão. Afinal, todos eles têm portas de segurança para a entrada de humanos e, assim, abrem brechas para que essas falhas sejam exploradas.

Imagine que o seu banco de sangue tem o sistema de segurança mais avançado do mundo e que ninguém sem autorização consegue acessar os dados uma vez inseridos no sistema. No entanto, enquanto eles não estão dentro da base de dados, eles ficam no e-mail pessoal de um profissional do seu banco de dados e, esse colaborador em específico, perde o celular com o e-mail logado. Pronto: o sistema mais seguro do mundo ficou vulnerável por causa de um erro bobo.

Por isso, é vital treinar a sua equipe para ter a privacidade dos doadores e recebedores como uma das prioridades do seu trabalho. Eles devem entender não só a ética da situação (ou seja, porque devem manter esses dados sob sigilo e protegidos), mas também as consequências de falhar nesse trabalho. Além disso, devem saber também quais são as ações exatas que devem realizar e quais as vulnerabilidades que podem ser exploradas.

3. Elaborar processos que reduzam ao máximo o acesso aos dados dos doadores ou recebedores

Por fim, é importante ter em mente que mesmo os profissionais melhor treinados do mundo podem ter um deslize eventualmente ou até mesmo agir de má-fé. Nesse caso, não há muito o que fazer. Exceto reduzir as oportunidades para que isso aconteça.

No caso, é importante elaborar os seus processos de modo que o mínimo possível de pessoas tenha acesso aos dados que você precisa proteger. Quanto mais gente tiver acesso a eles, maiores os riscos e janelas de oportunidade de algo dar errado. Quanto menos gente, mais protegidos eles estarão.

Assim, o ideal é montar um sistema de proteção em três camadas:

  • um sistema digital robusto para manter invasores fora;
  • profissionais treinados para evitar a falha humana;
  • processos otimizados para reduzir acesso humano aos dados e evitar oportunidades de problemas.

Pronto! Agora você já entendeu quais são os passos mais importantes para garantir a privacidade dos doadores de sangue. Com esses elementos em mente, você conseguirá montar um processo de trabalho adequado para estimular a doação em seu banco de sangue, tendo um estoque sempre cheio (ou o mais cheio possível), enquanto mantém todos os dados dos doadores em segurança.

Quem pode ajudar nisso é o RealBlood, um software de gestão para bancos de sangue que conta com uma segurança reforçada para proteger os dados cadastrados pelos usuários. Quer saber mais sobre ele? Então, veja agora mesmo!

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